Chegaste como qualquer desconhecido
Parece qu’ apenas agora t’encontrei
Senti-te como antigo conhecido
E novamente em ti me reencontrei…
Tive-te em mim nesse leve suspirar
A cada toque qu’ encontrei o ombro teu
Na ternura de cada troca de olhar
Descarreguei este pesado fardo meu…
Entreguei-me rendida a ti… fui ao céu
Entreguei-me acordada mas a sonhar
Venceu a razão… chegou p’ra me resgatar…
por Isabel Reis
todos os direitos reservados
"Retratos" do mundo, da alma, de sentimentos, que decidi captar em palavras. Espero que gostem, este blogue é apenas um complemento dos livros que publico... penso, vejo e sinto muito que não vem publicado em páginas de livros, mas que gosto de partilhar com quem gosta de receber. Beijos em todos que aqui passam e nos que não passam também... e como diz o outro... "Façam o favor de ser felizes" Isabel Reis
segunda-feira, 26 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
Sonho o SONHO
Sonho um sonho cheio de cor
Mas que não sei dizer como é
Se o quiser descrever não vou saber
Sei unicamente que é da cor do amor
Sei somente que sabe a desejo e a dor
Sei apenas ao que cheira como se estivesse à minha beira
Como se o sonhasse acordada
Cheira a maresia e espuma salgada
Que ao som do vento dança e balança
Que abraça a praia ofegante
Envolto em amor quente e vibrante
Rodeado de paixão escaldante
De um desejo desesperado
De um fogo inacabado…
Sonho um sonho cheio de cor
Do qual não sei acordar
Em que fecho os olhos e estou lá
E ao abri-los continuo a sonhar
Sonho um sonho cheio de cor
Do qual NÃO quero acordar
Onde sem precisar descreve-lo
Sei que sonho o sonho que todos sonham sonhar.
texto por Isabel Reis
todos os direitos reservados
Mas que não sei dizer como é
Se o quiser descrever não vou saber
Sei unicamente que é da cor do amor
Sei somente que sabe a desejo e a dor
Sei apenas ao que cheira como se estivesse à minha beira
Como se o sonhasse acordada
Cheira a maresia e espuma salgada
Que ao som do vento dança e balança
Que abraça a praia ofegante
Envolto em amor quente e vibrante
Rodeado de paixão escaldante
De um desejo desesperado
De um fogo inacabado…
Sonho um sonho cheio de cor
Do qual não sei acordar
Em que fecho os olhos e estou lá
E ao abri-los continuo a sonhar
Sonho um sonho cheio de cor
Do qual NÃO quero acordar
Onde sem precisar descreve-lo
Sei que sonho o sonho que todos sonham sonhar.
texto por Isabel Reis
todos os direitos reservados
sábado, 3 de julho de 2010
Aquele abraço...
Aquele que te dou sempre
E que dou sem que o peças
Aquele que é teu por direito
Conquistado passo a passo
Em cada sorriso, em cada momento
Aquele abraço… o ABRAÇO…
Esse abraço que é só teu… só meu… só nosso
Já que nossos são os braços que se abraçam…
…os cheiros que se misturam…
…os olhos que se cruzam…
…os sentimentos que os despertam.
Aquele abraço que me deste… que me dás…
Aquele que te dei e que te dou…
Esse abraço está sempre aqui à tua espera…
…à nossa espera… só nosso... tão nosso…
Esse abraço onde dizemos tudo…
Onde sentimos tudo…
Onde vivemos tudo…
Onde somos tudo que sonhamos ser.
por Isabel Reis
E que dou sem que o peças
Aquele que é teu por direito
Conquistado passo a passo
Em cada sorriso, em cada momento
Aquele abraço… o ABRAÇO…
Esse abraço que é só teu… só meu… só nosso
Já que nossos são os braços que se abraçam…
…os cheiros que se misturam…
…os olhos que se cruzam…
…os sentimentos que os despertam.
Aquele abraço que me deste… que me dás…
Aquele que te dei e que te dou…
Esse abraço está sempre aqui à tua espera…
…à nossa espera… só nosso... tão nosso…
Esse abraço onde dizemos tudo…
Onde sentimos tudo…
Onde vivemos tudo…
Onde somos tudo que sonhamos ser.
por Isabel Reis
Perdida de mim...
Perdida de mim...
…encontro-me na noite entre silêncios e vazios
Dou comigo em sorrisos que não sinto
Em espaços que já não reconheço
Em mundos que foram meus…
…mas já não são…
Chamo-me baixinho…
Tento ouvir-me neste silêncio tão sonoro…
É difícil… não desisto e chamo outra vez…
Lá me ouço e dou conta de onde estou…
Estou presa num passado que teimo em guardar
…e me faz parar… deixar tudo…
Sinto um futuro fugir-me entre os dedos
Enquanto tento à força agarrar este presente que me foge…
Estou presa a coisas que senti e já não sinto mais
Presa num engano pela saudade do que um dia foi…
…mas já não é…
Presa na confusão que em mim mora
Deixo a vida passar-me ao lado
Deixo-a viver sem mim...
Recuso levantar-me para a resgatar.
Nesta inércia absurda que me retém
Olho-me nos olhos… vejo a verdade e choro
Falo comigo… forço-me a encarar a realidade…
…e percebo…
Não quero saber do passado
O passado nada é mais que uma recordação…
…e percebo…
Não tenho medo do futuro
O futuro é a incógnita… o sonho… o objectivo…
…e percebo…
Tenho medo é do presente porque é bom
Tenho medo de o perder por ser tão bom
E quando as coisas não correm tão bem
Porque até o bom tem dias maus
Aí eu fujo…
…fujo no medo de o poder perder…
E no medo de o poder perder
Deixo-o ir… E acabo mesmo por o perder.
por Isabel Reis
todos os direitos reservados
…encontro-me na noite entre silêncios e vazios
Dou comigo em sorrisos que não sinto
Em espaços que já não reconheço
Em mundos que foram meus…
…mas já não são…
Chamo-me baixinho…
Tento ouvir-me neste silêncio tão sonoro…
É difícil… não desisto e chamo outra vez…
Lá me ouço e dou conta de onde estou…
Estou presa num passado que teimo em guardar
…e me faz parar… deixar tudo…
Sinto um futuro fugir-me entre os dedos
Enquanto tento à força agarrar este presente que me foge…
Estou presa a coisas que senti e já não sinto mais
Presa num engano pela saudade do que um dia foi…
…mas já não é…
Presa na confusão que em mim mora
Deixo a vida passar-me ao lado
Deixo-a viver sem mim...
Recuso levantar-me para a resgatar.
Nesta inércia absurda que me retém
Olho-me nos olhos… vejo a verdade e choro
Falo comigo… forço-me a encarar a realidade…
…e percebo…
Não quero saber do passado
O passado nada é mais que uma recordação…
…e percebo…
Não tenho medo do futuro
O futuro é a incógnita… o sonho… o objectivo…
…e percebo…
Tenho medo é do presente porque é bom
Tenho medo de o perder por ser tão bom
E quando as coisas não correm tão bem
Porque até o bom tem dias maus
Aí eu fujo…
…fujo no medo de o poder perder…
E no medo de o poder perder
Deixo-o ir… E acabo mesmo por o perder.
por Isabel Reis
todos os direitos reservados
Subscrever:
Mensagens (Atom)