Nas palavras confesso…
um amor sem regras ou explicação
amor sincero… sentido… vivido…
nascido em cada canto nosso escondido
em cada momento partilhado
em cada segredo sussurrado…
aproveito-me das palavras e confesso
segredo em segredo tudo que não fui capaz…
…enquanto te tive aqui… comigo…
à distância de um estender da minha/tua mão
enquanto vimos o sol despedir-se na água
e a lua acordar para o mundo…
…naquele anoitecer tão nosso… tão profundo…
Nas palavras confesso…
que me deixei ser só tua nas horas poucas que vivemos
naqueles dias que de tão intensos foram como anos inteiros
cheios de vida e amor… amor vivido em toques certeiros
e agora depois de tudo isso não me apetece entregar mais
apetece-me viver aquele amor tão nosso… um pouco mais
apetece-me prolongar aqueles momentos de romantismo e sedução
em que nos seduzimos inconscientemente… arrebatadoramente…
apetece-me reviver constantemente aquelas horas de perdição
que nos levaram a uma outra dimensão…ou realidade…
…e que na volta trouxeram consigo esta louca saudade…
por Isabel Reis
todos os direitos reservados
"Retratos" do mundo, da alma, de sentimentos, que decidi captar em palavras. Espero que gostem, este blogue é apenas um complemento dos livros que publico... penso, vejo e sinto muito que não vem publicado em páginas de livros, mas que gosto de partilhar com quem gosta de receber. Beijos em todos que aqui passam e nos que não passam também... e como diz o outro... "Façam o favor de ser felizes" Isabel Reis
sexta-feira, 30 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Esperança
Qual Cinderela encantada
Nos prados e montes a passear
De vestido florido… saia rodada
Espera ansiosa a donzela
Espera a sua chegada…
Olha o horizonte ao longe
Mas nem a sombra vislumbra
Suspira, vê o sol ao longe se guardar
Mas sorri e pensa
“Ele não tarda em chegar”…
Vai colhendo flores pelo caminho
Picando-se nos espinhos que não vê
Tropeçando nas pedras que não espera
Mas sorri e pensa
“Ele não tarda em chegar… e tudo vai passar”…
De cabelo esvoaçando ao vento
Passeando-lhe junto ao corpo
Relembra-lhe a saudade
De quem está para chegar
Rasga-se-lhe um sorriso no rosto
Sente um arrepio no ventre
Desce às pernas rouba-lhes a firmeza
Invade-lhe a alma o sentimento
Traz-lhe a sombra da incerteza
“Será que devo ou não esperar?”…
Vem-lhe então à lembrança
O voto solene de confiança
A promessa de voltar
“Não posso ter medo… vou ter que confiar”
“Nem que veja o sol se deitar e a lua se acordar”
por Isabel Reis
todos os direitos reservados
Nos prados e montes a passear
De vestido florido… saia rodada
Espera ansiosa a donzela
Espera a sua chegada…
Olha o horizonte ao longe
Mas nem a sombra vislumbra
Suspira, vê o sol ao longe se guardar
Mas sorri e pensa
“Ele não tarda em chegar”…
Vai colhendo flores pelo caminho
Picando-se nos espinhos que não vê
Tropeçando nas pedras que não espera
Mas sorri e pensa
“Ele não tarda em chegar… e tudo vai passar”…
De cabelo esvoaçando ao vento
Passeando-lhe junto ao corpo
Relembra-lhe a saudade
De quem está para chegar
Rasga-se-lhe um sorriso no rosto
Sente um arrepio no ventre
Desce às pernas rouba-lhes a firmeza
Invade-lhe a alma o sentimento
Traz-lhe a sombra da incerteza
“Será que devo ou não esperar?”…
Vem-lhe então à lembrança
O voto solene de confiança
A promessa de voltar
“Não posso ter medo… vou ter que confiar”
“Nem que veja o sol se deitar e a lua se acordar”
por Isabel Reis
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segunda-feira, 26 de julho de 2010
Re/Encontro...
Chegaste como qualquer desconhecido
Parece qu’ apenas agora t’encontrei
Senti-te como antigo conhecido
E novamente em ti me reencontrei…
Tive-te em mim nesse leve suspirar
A cada toque qu’ encontrei o ombro teu
Na ternura de cada troca de olhar
Descarreguei este pesado fardo meu…
Entreguei-me rendida a ti… fui ao céu
Entreguei-me acordada mas a sonhar
Venceu a razão… chegou p’ra me resgatar…
por Isabel Reis
todos os direitos reservados
Parece qu’ apenas agora t’encontrei
Senti-te como antigo conhecido
E novamente em ti me reencontrei…
Tive-te em mim nesse leve suspirar
A cada toque qu’ encontrei o ombro teu
Na ternura de cada troca de olhar
Descarreguei este pesado fardo meu…
Entreguei-me rendida a ti… fui ao céu
Entreguei-me acordada mas a sonhar
Venceu a razão… chegou p’ra me resgatar…
por Isabel Reis
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terça-feira, 20 de julho de 2010
Sonho o SONHO
Sonho um sonho cheio de cor
Mas que não sei dizer como é
Se o quiser descrever não vou saber
Sei unicamente que é da cor do amor
Sei somente que sabe a desejo e a dor
Sei apenas ao que cheira como se estivesse à minha beira
Como se o sonhasse acordada
Cheira a maresia e espuma salgada
Que ao som do vento dança e balança
Que abraça a praia ofegante
Envolto em amor quente e vibrante
Rodeado de paixão escaldante
De um desejo desesperado
De um fogo inacabado…
Sonho um sonho cheio de cor
Do qual não sei acordar
Em que fecho os olhos e estou lá
E ao abri-los continuo a sonhar
Sonho um sonho cheio de cor
Do qual NÃO quero acordar
Onde sem precisar descreve-lo
Sei que sonho o sonho que todos sonham sonhar.
texto por Isabel Reis
todos os direitos reservados
Mas que não sei dizer como é
Se o quiser descrever não vou saber
Sei unicamente que é da cor do amor
Sei somente que sabe a desejo e a dor
Sei apenas ao que cheira como se estivesse à minha beira
Como se o sonhasse acordada
Cheira a maresia e espuma salgada
Que ao som do vento dança e balança
Que abraça a praia ofegante
Envolto em amor quente e vibrante
Rodeado de paixão escaldante
De um desejo desesperado
De um fogo inacabado…
Sonho um sonho cheio de cor
Do qual não sei acordar
Em que fecho os olhos e estou lá
E ao abri-los continuo a sonhar
Sonho um sonho cheio de cor
Do qual NÃO quero acordar
Onde sem precisar descreve-lo
Sei que sonho o sonho que todos sonham sonhar.
texto por Isabel Reis
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