Esta noite enquanto me passeava nas estrelas
…dei por elas a sussurrar às escondidas…
…a esconderem um segredo entre sorrisos traquinas…
E eu saltava e pulava… sorria ternamente enquanto a noite me conduzia…
Enquanto percorria o infinito dos sonhos que me abraçavam docemente…
…e sonhava com os sonhos que me alimentam os dias…
Esta noite enquanto percorria o leito de estrelas
…onde sou borboleta que voa e dança livremente…
…onde brinco às escondidas com a lua e as estrelas…
…e me escondo na escuridão do firmamento…
…tentei ouvir o que as estrelas sussurravam entre si…
Esta noite antes que o dia me acordasse
Antes que o sonho se fosse…
E que o sol me encontrasse…
A lua sussurrou-me o segredo que as estrelas me escondiam…
O segredo pelo qual percorri uma noite sem fim…
E acordei a suspirar o teu nome para mim…
por Isabel Reis
todos os direitos reservados
"Retratos" do mundo, da alma, de sentimentos, que decidi captar em palavras. Espero que gostem, este blogue é apenas um complemento dos livros que publico... penso, vejo e sinto muito que não vem publicado em páginas de livros, mas que gosto de partilhar com quem gosta de receber. Beijos em todos que aqui passam e nos que não passam também... e como diz o outro... "Façam o favor de ser felizes" Isabel Reis
quarta-feira, 2 de março de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Danço
(porque me fazes dançar…e dançar…e dançar… então)
Danço cada dia esses dias num sonho dançante…
Danço em sonhos e sorrisos…
…aqueles nossos sonhos e sorrisos…
Danço nas danças que me prometes…
…que te prometo…
…nas danças que nos temos prometidas…
Danço em cada flor que me chama…
Danço em cada sorriso que me reclama…
(por isso danço… e danço… e danço…)
Danço em cada história…cada sorrir…
Em cada vez que não chego a partir
Em cada vez que te conheço…
No muito que ainda tenho por conhecer…
Danço ao som do relógio que marca o tempo que nos afasta…
Danço ao som do tempo que marca o relógio que não sentimos…
Danço…
Danço sonhos e gargalhadas…
Danço histórias ainda não dançadas…
Danço histórias ainda não sonhadas…
Danço lágrimas de amor ainda não choradas…
Danço histórias de amor ainda não contadas…
(mas por ti e contigo… danço… e danço… DANÇO…)
Danço ao som da música que nasce em mim
Danço ao som da música que me fazes sentir
Danço ao som das notas que sinto nascer…
Danço ao som das notas que me fazem viver…
por Isabel Reis
todos os direitos reservados
Danço cada dia esses dias num sonho dançante…
Danço em sonhos e sorrisos…
…aqueles nossos sonhos e sorrisos…
Danço nas danças que me prometes…
…que te prometo…
…nas danças que nos temos prometidas…
Danço em cada flor que me chama…
Danço em cada sorriso que me reclama…
(por isso danço… e danço… e danço…)
Danço em cada história…cada sorrir…
Em cada vez que não chego a partir
Em cada vez que te conheço…
No muito que ainda tenho por conhecer…
Danço ao som do relógio que marca o tempo que nos afasta…
Danço ao som do tempo que marca o relógio que não sentimos…
Danço…
Danço sonhos e gargalhadas…
Danço histórias ainda não dançadas…
Danço histórias ainda não sonhadas…
Danço lágrimas de amor ainda não choradas…
Danço histórias de amor ainda não contadas…
(mas por ti e contigo… danço… e danço… DANÇO…)
Danço ao som da música que nasce em mim
Danço ao som da música que me fazes sentir
Danço ao som das notas que sinto nascer…
Danço ao som das notas que me fazem viver…
por Isabel Reis
todos os direitos reservados
domingo, 9 de janeiro de 2011
Urgência que te consome...
Traz contigo essa urgência que te consome…
…e encosta-te a mim…
Encosta esse teu corpo em brasa…
…que me arrasa…
Deixa-o desbravar os vales e montes…
Deixa-o percorrer os trilhos por descobrir…
Deixa-o sentir o vulcão prestes a explodir…
Traz contigo essa urgência que te consome…
…e consome-te comigo…
Deixa que a noite te guie pelo caminho sem retorno…
Deixa que te leve rio abaixo entre suor e paixão…
Deixa que te consuma no fogo da perdição…
Traz contigo essa urgência que te consome…
…e vem… não te retraias…
…não te deixes prender em amarras imaginárias…
…deixa que os sentires se cruzem…
…deixa que os quereres se toquem…
…não deixes que os desejos se sufoquem…
por Isabel Reis (Cinderela das Histórias)
todos os direitos reservados
…e encosta-te a mim…
Encosta esse teu corpo em brasa…
…que me arrasa…
Deixa-o desbravar os vales e montes…
Deixa-o percorrer os trilhos por descobrir…
Deixa-o sentir o vulcão prestes a explodir…
Traz contigo essa urgência que te consome…
…e consome-te comigo…
Deixa que a noite te guie pelo caminho sem retorno…
Deixa que te leve rio abaixo entre suor e paixão…
Deixa que te consuma no fogo da perdição…
Traz contigo essa urgência que te consome…
…e vem… não te retraias…
…não te deixes prender em amarras imaginárias…
…deixa que os sentires se cruzem…
…deixa que os quereres se toquem…
…não deixes que os desejos se sufoquem…
por Isabel Reis (Cinderela das Histórias)
todos os direitos reservados
Tomei-me de assalto...
(de repente)
Chegaste quando não queria…
…e toda eu me tomei de assalto…
…sufoquei a razão… aprisionei o coração…
…impedi-me de pensar…deixei-me levar…
(lentamente)
Chegaste-te a mim…
…e ao de leve deixei-me dominar…
… por esse teu jeito sem jeito…
…por esse olhar sem me olhar…
(infelizmente)
Deixei que o sentir m’ inebriasse…
…sem tão-pouco dar luta…
…num querer sem dever…
…numa tortuosa disputa…
…de gostar sem poder…
(eventualmente)
Tive que libertar a razão…
…esquecer o sentir…
…abafar o desejo…
…sufocar o coração…
por Isabel Reis
todos os direitos reservados
Chegaste quando não queria…
…e toda eu me tomei de assalto…
…sufoquei a razão… aprisionei o coração…
…impedi-me de pensar…deixei-me levar…
(lentamente)
Chegaste-te a mim…
…e ao de leve deixei-me dominar…
… por esse teu jeito sem jeito…
…por esse olhar sem me olhar…
(infelizmente)
Deixei que o sentir m’ inebriasse…
…sem tão-pouco dar luta…
…num querer sem dever…
…numa tortuosa disputa…
…de gostar sem poder…
(eventualmente)
Tive que libertar a razão…
…esquecer o sentir…
…abafar o desejo…
…sufocar o coração…
por Isabel Reis
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