Inverno do meu sentir...
Chuva salgada que me encharcas o sentir
Que percorres estas ruas escuras sem me olhar
Que molhas as valetas desertas onde vou ficando
Que inundas as tristezas onde me vou quebrando
Que matas as esperanças onde me vou segurando…
Inverno tempestuoso que chegaste sem avisar
Vais arrancando as flores que plantei durante o caminho
Vais tapando o sol enquanto ele tenta a toda força ficar
Vais escurecendo esse dia que ainda agora nasceu
Vais mortificando esta alma que tão prontamente se deu…
Inverno do meu ser que m’impedes de vibrar
Inverno do meu ser… que m’ impedes de sentir
Inverno… ai inverno… de que me adianta cá chegar
Senão tenho eu inverno… a liberdade de partir…
texto por Isabel Reis
todos os direitos reservados
Que percorres estas ruas escuras sem me olhar
Que molhas as valetas desertas onde vou ficando
Que inundas as tristezas onde me vou quebrando
Que matas as esperanças onde me vou segurando…
Inverno tempestuoso que chegaste sem avisar
Vais arrancando as flores que plantei durante o caminho
Vais tapando o sol enquanto ele tenta a toda força ficar
Vais escurecendo esse dia que ainda agora nasceu
Vais mortificando esta alma que tão prontamente se deu…
Inverno do meu ser que m’impedes de vibrar
Inverno do meu ser… que m’ impedes de sentir
Inverno… ai inverno… de que me adianta cá chegar
Senão tenho eu inverno… a liberdade de partir…
texto por Isabel Reis
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